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As pacientes não candidatas ao tratamento de anastomose linfático-venosa (discutido em outro post) ou que não responderam adequadamente ao tratamento anterior podem ser candidatas ao transplante de linfonodos.
Os linfonodos (também conhecidos como gânglios linfáticos) que foram removidos durante o tratamento do câncer podem ser substituídos por outros oriundos de outras partes do corpo. Assim, a função da drenagem pode ser reestabelecida após o transplante melhorando o volume e função do membro afetado.
Alguns cuidados são essenciais no planejamento da cirurgia para evitar a ocorrência do linfedema na área da retirada. Utilizando contrastes próprios são marcados apenas os linfonodos não essenciais para aquela região. Esse procedimento é conhecido como mapeamento reverso.
O passo seguinte é a escolha da área de retirada dos linfonodos a serem transplantados. Esses podem ser retirados de áreas como a virilha, face lateral do tórax, região abaixo do queixo e mesmo dentro do abdome. Através de técnica microcirúrgica são realizadas as conexões que permitem a sobrevivência e função dos linfonodos.
O período de internação é variável podendo durar até 3 dias e a paciente retoma a terapia descongestiva e compressão após uma semana de pós operatório. A resposta após o transplante ocorre em algumas semanas e o resultado melhora até aproximadamente 18 meses de pós operatório.

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